terça-feira, 6 de janeiro de 2009

Ponto de vista

É uma questão de como se encaram as coisas. A mãe e o pai de Giovana, dada como morta após o nascimento, encaram a sucessão de fatos como milagre. Não negam o erro médico, mas compreendem ação divina no fato de sua filha estar viva.

Tudo isto mostra como Renata e Alexandre encaram a vida: não é tudo consequência humana, tem a intervenção divina. Neste caso, para manter viva sua filha. Mas querem justiça, não sensacionalismo. Pelo menos é o que eu entendi ao ver, ler e ouvir os pais.

Enquanto isso, a imprensa cética e avessa a manifestação divina continua clamando pela cabeça dos doutores que assinaram o óbito.

Nenhum comentário: