Hoje fui ao Cemitério da Paz realizar o ofício fúnebre da Dna. Dalvina. A Dna Dalva, como era conhecida, é mãe da Andrea, amiga da Tati.
Foram momentos de muita dor e choro. Ao final, passei pelo jazigo onde estão enterrados Tia-avó Luci, Tio-avô Erasmo Stutz, Vô Júlio e Tio Erasmo Campagnucci.
Foi uma sensação estranha. Sentir um conforto em relação aos três primeiros, creio que por ter vivido o sepultamento deles. Já de meu tio Erasmo (Campagnucci), minha mãe, Tati e eu estava em viagem no Congresso em Aracruz, não pudemos voltar.
Chorei muito e refleti muito sobre a vida do Tio. Bateu uma saudade dessas que devastam o dia da gente. Ainda não assimilei. Caiu a ficha agora, um ano e quatro meses depois.
A maneira intensa com que costumo vivenciar o Calendário Liturgico diariamente talvez tenha cotribuído para esse sentimento. Saudades do meu tio, aquela coisa bunitinha que parece um cachorrinho cagando na chuva como diria ele.
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