segunda-feira, 10 de setembro de 2007


Justiça divina
Rev. Giovanni Campagnuci Alecrim de Araújo
Quando ouvimos notícias de crimes bárbaros, e elas não são raras, sempre nos perguntamos duas coisas: até quando vamos ver estas notícias? Onde está Deus nisto tudo?
Nestes momentos questionamos se o Poder Judiciário fará ou não cumprir as leis, se as sentenças serão abrandadas com o tempo e se em breve o criminoso, ainda não reabilitado, estará nas ruas novamente.
Deus é amor, mas é também justiça. A diferença da justiça de Deus e da nossa é que a de Deus é implacável e infalível. Ela ocorre no tempo certo e faz pesar sobre o sentenciado a lei divina. Não cabe recurso nem apelação, pois Deus revela antes mesmo do faltoso cometer o erro, a sua lei.
Ó Senhor, nosso Deus, tu respondeste ao teu povo;
tu mostraste que és Deus que perdoa,
mas também que castiga as pessoas pelos seus pecados.
(Salmo 99.8)
Veja que Deus mostra que ele perdoa. Assim Deus mostra que é amoroso, mas ele também castiga as pessoas pelos pecados. Essa é a justiça de Deus. O parâmetro da justiça de Deus é Jesus Cristo que viveu como um de nós e não errou. Temos em Jesus o modelo de vida a seguir e a vontade expressa da vontade de Deus.
Quando ouvirmos novamente notícias de crimes bárbaros vamos lembrar de interceder pelas pessoas envolvidas e clamarmos a Deus pela justiça divina, pois esta, não falha!

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